quinta-feira, 23 de agosto de 2012


Olá pessoal esta é a minha segunda postagem:
A intenção do blog é publicar textos e receber contribuições que ajudem na divulgação da nova forma de se ensinar e o papel da tecnologia nesse novo formato.
       Depoimentos de quem fez curso à distância 
poster tecnologia do futuro

Parte de um texto extraído do site:
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas_sesc/pb/artigo.cfm?Edicao_Id=264&Artigo_



Tecnologia faz crescer número de pessoas que se formam sem freqüentar salas de aula
FRANCISCO LUIZ NOEL

A licenciatura em ciências biológicas era um sonho remoto para André Bebiano de Macedo, de Petrópolis (RJ), até 2001. Mas, como não possuía recursos para estudar fora nem havia esse curso na cidade, ele decidiu arriscar e conseguiu ser aprovado no primeiro vestibular do Rio de Janeiro para graduação a distância. Surpreso com o ritmo puxado, precisou reorganizar seu cotidiano familiar para poder atirar-se aos livros. Aos 34 anos, funcionário público, com um filho, ele recebeu o canudo em maio.
"A faculdade a distância caiu como uma luva, no meu caso", assim André resume sua conquista. Um dos oito diplomados no curso da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), ele já dá aulas e planeja mergulhar na profissão. Pelo mesmo caminho vai a curitibana Cristiane Macedo Faust, de 26 anos, da legião de 250 alunos da graduação a distância em administração da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Também servidora pública, com dois filhos, ela diz, animada: "Isso me motivou na busca de formação, pois não tive de abrir mão dos outros compromissos".
André e Cristiane são exemplos de que a educação a distância (EaD) está em alta no Brasil, impulsionada principalmente pelo avanço das tecnologias de informação. Nos vários níveis de ensino, mais de 504 mil brasileiros buscaram formação em 2005 nos cursos oficiais oferecidos nessa modalidade, reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC). Do supletivo à pós-graduação, o número de estudantes cresceu 62,6% em relação ao ano anterior – somados os cursos não-oficiais, mais de 1,2 milhão de pessoas fizeram uso da EaD em 2005.

A UAB coloca o Brasil em consonância com a tendência mundial de incorporação definitiva da EaD ao sistema educacional. Ficam para trás paradigmas espaciais e temporais como turma, sala de aula, freqüência, onipresença do professor, horários rígidos e semestre. Entram em cena inovações como ambiente virtual, interatividade, tutores online, flexibilidade de estudo e autodidatismo. Mesmo em contato periódico, ao vivo, com professores, atividades práticas e avaliações, os alunos estudam sozinhos em casa. O rendimento depende não só da inteligência, mas também da disciplina.
No mundo inteiro é assim. Na Europa, quase 1 milhão de universitários estudam a distância. Na Grã-Bretanha, a renomada Open University tem 200 mil alunos; na França, o Centre National d’Enseignement à Distance conta com 180 mil; na Espanha, a Universidad Nacional de Educación a Distancia (Uned) ensina a 110 mil pessoas. Países de dimensões continentais como Rússia, Canadá e China também usam a modalidade para aproximar lugares. Na Ásia e na África, são 3 milhões de universitários na EaD.

Você sabia?
Pioneirismo nas ondas do rádio
*A educação a distância no Brasil começou no rádio. Em 1923, Edgard Roquette Pinto e Henrique Morize, da Academia Brasileira de Ciências, criaram a pioneira Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o intuito de difundir a instrução. Num Brasil em que a maioria dos 31 milhões de habitantes era analfabeta, entravam no ar, em 1925, aulas de português, geografia, história, higiene, ciências, física, química e francês, em meio à programação normal. Em 1936, Roquette Pinto doou a Sociedade ao governo: nascia assim a Rádio MEC – cabeça do Serviço de Radiodifusão Educativa (SRE), criado em 1937.

*O primeiro curso por correspondência no país data de 1939, quando o imigrante húngaro Nicolás Goldberger fundou o Instituto Rádio Técnico Monitor. Da capital paulista, despachava apostilas de eletrônica, ferramentas e peças para a montagem de um rádio, nos moldes do que se fazia na Europa e nos Estados Unidos. Em 1941, surgiu o Instituto Universal Brasileiro. Na década de 1960, a EaD chegou à televisão. Em 1961, a TV Rio levou ao ar o primeiro curso de alfabetização de adultos na telinha, da professora Alfredina de Paiva e Souza. Em 1967, o governo militar criou o Centro Brasileiro de TV Educativa, que produziu centenas de programas.

Boa noite a todos
Estou reinventando meu (novo) blog. 
Conforme postado, meu blog sumiu.
Tentarei postar(adaptado) o material original antigo e prosseguir nos novos e continuar com as minhas visitas aos seus blogs.  
A intenção é receber dicas e notícias de assuntos pertinentes à educação, analisar sua evolução e outras tantas questões que envolvam esse conteúdo.
stock photo : human hand and computer keyboard as symbol of high technology
Espero que o assunto não se esgote 
Aproveitei um texto que encontrei na internet sobre educação, como teste.
O texto aborda as reformas do sistema público de ensino desde a década de1920:
REFORMAS EDUCATIVAS E SISTEMA PÚBLICO DE ENSINO: EDUCAÇÃO POPULAR, PAPÉIS SOCIAIS E O PROCESSO DE INTITUCIONALIZAÇÃO DE UM MODELO.

RESUMO
O artigo analisa as relações que a administração pública pode estabelecer com os saberes escolares e as práticas educativas utilizando-se dos documentos oficiais das reformas da instrução pública realizadas no Rio de Janeiro durante a década de 1920. Examina as dimensões política e social das reformas de instrução, discute os problemas envolvendo o estabelecimento de critérios para definir estratégias de ação no sistema público de educação e outras tendências da historiografia na abordagem do tema. Finalmente, este artigo enumera algumas perspectivas abertas por aquelas reformas.
Palavras-chave: História da educação. Instrução pública. Reforma educacional.
PERTINÊNCIA E AMBIGÜIDADES DO TERMO ESCOLA NOVA: PODER, SABER E ESCOLARIZAÇÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO NO INÍCIO DO SÉCULO XX

De fato, no Distrito Federal, a designação escola nova passou a suscitar interesse no professorado a partir do patrocínio oficial da Diretoria-Geral de Instrução Pública. Foi o Curso de Conferências organizado, nos meses de abril e maio de 1928, para a divulgação da reforma da instrução, a ocasião escolhida para provocar a aproximação entre os princípios, as técnicas e as práticas do que se vinha chamando por toda a Europa de educação nova e as expectativas de renovação do sistema escolar da capital federal. Escola Nova foi o título utilizado por Manoel Bergströn Lourenço Filho para uma de suas duas conferências. Nela, tomou a escola nova como um processo de educação moderno, renovado a ponto de resolver as contradições entre o que havia de arte e de ciência na pedagogia. 
Leia na íntegra:file:///F:/Revista%20Brasileira
Abraços
Angela